Sexta-feira, 29 de Julho de 2011
PARCERIAS
ICSB - Instituto de Ciências do Som e Bioterapias

 

Desde 2011 tem estabelecida uma parceria com o ICSB - Instituto de Ciências do Som e Bioterapias, quer ao nível das acções de formação em Biomusicologia®, quer ao nível das terapias, enquanto biomusicóloga.

 

 

Quíron - Centro Português de Astrologia

 

Em Setembro de 2009 estabeleceu uma colaboração com o Quíron - Centro Português de Astrologia, ao nível da instrução esotérica como professora de Tarôt e de Biomusicologia®.



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Quinta-feira, 31 de Julho de 2008
Site de Dahnuia

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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008
AS FLORES E O HOMEM

 

 

Um novo olhar sobre um reino de beleza e harmonia, com o qual convivemos
diariamente. Uma compreensão interna sobre a acção das terapias florais. 

Que importância têm os florais para a felicidade humana?

Para que eu possa compreender a importância que um floral tem para a harmonização de um ser, primeiro eu precisaria de, intuitivamente, compreender o que é uma flor.

  Intuitivamente percebe-se que uma flor - não a raiz, o caule ou as folhas - é o momento em que um reino inteiro atinge uma antena para o nível espiritual. As flores são o ponto em que o reino vegetal contacta com a vibração do Espírito.

As raízes estão em analogia (pela sua natureza de prolongamento do ser que se entranha na terra) com a personalidade e a sua evolução.

Já as flores e o caule, pela sua natureza de interligação, são uma antecâmara do reino vegetal, são uma ponte entre níveis. As folhas e o caule têm a função de ligar a personalidade da planta (as raízes) à sua mónada1 ou ao dispositivo sensor de vibração monádica da planta (as pétalas e o núcleo colorido, no centro).

Uma das formas de se sentir o quão evoluído e energizado é o reino das flores, está no facto de as funções procriativas estarem no topo, na zona ligada ao Espírito. Isto equivaleria, no reino humano, à reprodução por pensamento.

Isto é o que as flores já manifestam!

Não estamos, obviamente, a falar dos cogumelos e dos fungos que irrompem da terra (isso é outra vibração pois, quando irrompem de uma certa maneira, podem até ser mortais); estamos a falar da flor como uma arquitectura angélica de ligação entre planos, e é neste nível que vamos poder olhar, novamente, para o reino das flores e renascer para ele...

Não é que este reino precise de renascer para nós – ele sempre esteve aí; nós é que estamos mortos para o reino das flores e precisamos de renascer para ele! As pétalas são os sensores de frequência espiritual. Através da raiz, as pétalas recebem o equivalente àquilo que se chama, em ocultismo, o fogo de fricção2, isto é, a água, os sais minerais e os compostos orgânicos. Tudo o que, eventualmente, possa enriquecer a terra onde a flor está plantada e que é absorvido pela raiz, corresponde ao fogo de fricção.

As raízes têm a função de receber força telúrica da terra, a qual, uma vez transformada em seiva, segue para os níveis superiores da planta.

As folhas correspondem ao nível da alma daquele ser. É óbvio que a planta tem contrapartes subtis (corpo astral, etérico, mental), mas nós estamos a referir o que é reflectido em cada estágio da arquitectura orgânica da flor.

As funções da alma projectam-se ao longo do caule e das folhas, que recebem o fogo solar. (Do ponto de vista bioquímico, são as células fotoeléctricas que fazem a tradução de luz, de calor, em vida através da clorofila.) Então, as folhas têm a função de fixar energia solar, não a energia solar da nossa estrela, mas um tipo de energia que não está ligada à fricção, ao conflito, à complexidade, à luta, porque isso é a função das raízes. O que as folhas fixam, e introduzem como luz dentro da planta, é energia solar no sentido de uma energia ligada à paz, à força existente no centro de todos os processos.

Se observarmos as representações tradicionais do Sol (egípcias, sumérias, iluminuras da idade média) elas mostram uma alternância de dois tipos de raios: um disco dourado com um raio vectorial, representado por um traço; e outro tipo raio representado por uma linha ondulatória. De facto, as representações tradicionais do Sol, do ponto de vista dos artistas iniciados, contêm, quase sempre, uma emanação gráfica em onda, seguida de uma emanação em traço. A representação exacta que se encontra em Tell-el-Amarna (onde esteve Nefertiti/Aknaton), em Chartres, etc., significa o duplo bombardeamento que a luz solar produz.

 O raio ondulatório contém calor, vitalidade, prana solar, e corresponde, exactamente, à forma como os fotões saltam através da gravidade. Os fotões ondulam; e é, justamente, porque há oscilação que existe calor. (Como se sabe, só lá pelos duzentos e tantos graus negativos é que a matéria pára... e não sabemos se pára completamente!). Então, o fotão é uma entidade altamente ondulatória e a representação desse raio em onda significa vitalidade, calor e luz, isto é, corpúsculo fotónico. Fotões é, exactamente, o que é captado pelas folhas.

O outro raio – o traço – contém informação. Quer isto dizer que a estrela local, esse gigante a oito minutos-luz daqui, emana, bombardeia duplamente. Se os fotões são captados pelas folhas, já esta informação do Logos3 solar é captada pelas pétalas. Isto significa, então, o seguinte:

a)      As raízes fixam fogo por fricção e um tipo de nutrição telúrica ligada aos processos terra;

b) O caule e as folhas fixam fogo solar sob a forma de uma vitalidade que a luz permite e, também, sob a forma da força anímica que é emitida pelo Sol (um dos níveis de vibração do Logos solar);

c) As pétalas fixam informação, isto é, o Verbo.

Quer isto dizer que o traço ondulatório corresponde à função calórica, nutritiva e vital do Sol, ao passo que o traço directo, vectorial, corresponde à divindade solar, ao Verbo, ao «faça-se», ao «fiat», o que corresponde, em termos ocultos, ao fogo cósmico - a vontade do Pai que é fixada pela zona colorida (pétalas e centro da flor).

Então, uma flor é a forma como o reino vegetal se relaciona com o Pai. A flor, especificamente, é como uma informação (Eu disse, Eu quero, Eu determino), sendo que este nível de informação é fixado pelas pétalas.

Os florais não são só feitos com flores, são feitos também com água ligada a flores.

Na dinâmica planetária, a água é a tradução dos sentimentos do Pai; não a tradução do pensamento, nem das estruturas estáveis, mas a tradução do sentimento. Toda a água da Terra tem uma contraparte luminosa: a partir de um certo nível, muito escuro, das profundezas oceânicas, os clarividentes começam a ver luz, e não deixa de ser interessante que os peixes luminosos sejam os que vivem, precisamente, em fossas abissais.

A função de auto-gerar luz nas fossas abissais a partir da fixação de certos fosfatos, tem a ver com o facto de que, nesses níveis mais profundos, a ressonância com o cosmos superior ser muito alta. O elemento radioactivo presente na água, ou seja, o poder da vontade divina (que na matéria se traduz por radioactividade benigna), é, na evolução material, uma tradução da vontade do Pai. Nesses níveis profundos do oceano o éter é intensíssimo e está em ressonância com o chamado astral cósmico. A água é o elemento que traduz, para nós, esse campo de evolução que é a vibração do astral cósmico - o campo de evolução dos avatares.

Então, juntemos as flores e a água.

O Dr. Edward Bach (que era um discípulo de Hilarion - S. Paulo, Mestre de 5º Raio) percebeu, com a ajuda dos anjos do norte de Inglaterra, algo único na relação entre as pétalas das flores e a precipitação da água no raiar da aurora.

O ângulo que a luz solar faz na entrada da atmosfera ao raiar da aurora, o campo vibratório altíssimo das pétalas e a precipitação (a passagem do estado de vapor por condensação em contacto com a superfície das plantas) fixam algo no orvalho. Isto é, no momento em que o orvalho se forma sobre as pétalas, há nele uma fixação de vibração (mais tarde desenvolveram-se outros métodos mas nós estamos a ir à origem).

O campo vibratório da flor ao nível das pétalas está saturado de informação divina.

Quando se forma uma gota de orvalho, o elemento água fixa, em si, essa informação divina. Devido ao ângulo solar, no momento em que a água se forma, ela fotografa, num estado de extrema pureza, a intenção do Pai associada àquela flor.

Agora, temos que entrar um pouco nas cores. 

A informação divina vem completa sob a forma de uma luz branca. Cada flor, no entanto, tem a sua forma de interpretar o facto total do Pai quando desce na luz solar. Cada espécie tem a sua forma de fazer esta interpretação: faz um prisma da informação – o qual tem a ver com o tipo de química na flor - que se traduz como cor no momento em que é bombardeada com luz.

Nós só somos capazes de ver a cor porque a flor está a ser bombardeada com fotões; limitamo-nos a saber que, com esta luz, fica vermelho ou amarelo ou outra cor. Há, portanto, uma interacção entre a química e a luz. Não há cor sem luz.

Significa que a evolução daquela entidade conseguiu traduzir a luz e a informação/Sol num ângulo que se traduz, opticamente, sob a forma de vermelho. Na verdade, o vermelho nem sequer está ali, está no teu instrumento receptor - o teu cérebro - sendo ele que está a traduzir o vermelho, o qual é uma frequência, uma vibração.

No momento em que orvalho fotografa a forma como a flor traduz a vontade do Pai, fica saturado de informação divina, da mesma forma que, quando se mergulha num banho terapêutico, a água, se estiver tratada com certos óleos e plantas, fixa e interpreta o estado da aura, retira o que não pertence à intenção da tua mónada e mantém o que pertence. O poder curador e rejuvenescedor da água, em termos etéricos e energéticos, é tão potente quanto isto... desde que o curador que está a trabalhar com aquela água saiba o que está a fazer.

A água, que está em ressonância com o astral cósmico, tem, nos campos vibratórios dos quais ela é expressão, a possibilidade de fazer contacto com a vibração monádica, perceber o que é real ou não para ti (em termos de corpo etérico e corpo astral), e limpar-te. Então, a água lava, não pelas propriedades químicas apenas, mas pelas propriedades ocultas. 

Essa gota de orvalho, ao ser acumulada junto com outras, deu origem aos florais do Dr. Bach.

A vibração de cada flor corresponde a um ângulo de anti-rotação de um vórtice degenerativo do teu corpo emocional.

As flores foram criadas para ti.

Cada flor, ao traduzir informação/Pai, ao captar um ângulo e ao emergir como um hibisco ou como uma rosa, traduziu o Pai num vórtice de energia. Daí a cor, que tem a vibração oposta a um bloqueio emocional.

Imaginemos um bloqueio do corpo astral humano como uma espécie de torvelinho no teu corpo emocional que gira numa direcção anti-horária num ângulo 56T. Cada flor contém o mesmo vórtice com ângulo 56T mas com a direcção oposta.

As flores estão tão intimamente ligadas ao reino e ao corpo emocional humano, que se oferecem para assinalar sentimentos: casamento, doença, paixão, tristeza na morte, etc. Onde há sentimentos há flores. E o que o Dr. Bach fez foi ligar cada flor a um sentimento humano e compreender a forma como se fixa essa vibração oposta num suporte como a água.

Então, temos multiplicações atrás de multiplicações, temos a função das pétalas como fixadores de informação divina em ângulos que apanham os nossos estados emocionais. Esses fixadores são uma forte vibração/irradiação em torno das pétalas, tão forte que interage com a atmosfera emitindo perfume e interage com o olfacto - aquilo que os ocultistas e os rosacruzes consideram o mais elevado dos sentidos. 

O amanhecer é o momento em que a flor recebe mais informação/Pai. Uma flor é um tradutor estelar de informação.

Vamos começar a olhar para as flores de uma forma diferente.

O que o Dr. Bach fez, com a ajuda dos anjos, foi sair às 4 da manhã com uma espátula para colher orvalho de macieira, de castanheiro, de nogueira, e percebeu que aquele orvalho continha a vibração oposta a traumas, fixações, bloqueios e renitências específicas no nosso veículo emocional.

Isto é lindo!

Nesse momento é-lhe dito: «Sistematiza, cria um sistema.»

E assim nasceram os 38 florais do Dr. Bach.

Imaginemos que tens fobias. Em termos clarividentes, trata-se de um torvelinho no plexo solar que está girando duma certa forma, num certo ângulo. Estes medos têm um vértice, um ângulo, uma intensidade. Um floral de Bach específico para esse medo tem exactamente a mesma vibração, mas com sinal oposto. E, à medida que vais tomando aquelas gotas (ao longo, por exemplo, de 3 meses), essa vibração é um trabalho do espírito através da água e da flor directamente para o teu corpo astral.

A mente, a consciência, o «eu acho ou não acho» não são aqui chamados. Os florais actuam directamente, misteriosamente, porque ignoram o consciente. No momento em que tu os tomas, o teu corpo começa a sentir uma nova frequência a entrar: a frequência-estrela.

O floral é uma tradução de estrela para dentro do corpo emocional, por isso é que se faz com água. Isto é interpretado pelo teu eu básico, o qual conduz aquela nova vibração directamente dos níveis superiores para o inconsciente sem passar pela consciência. É por isso que os florais são extremamente eficazes. Todavia, eu tenho que ter uma consciência sagrada do que estou a fazer e colocá-los num nível sagrado.

Se um terapeuta que actua com florais está ávido de receber retorno económico, ele não se devia ter aproximado, sequer, dos florais, porque não funciona. O acto de pedir 2000$00 pela diluição de um floral termina com a vibração desse floral porque ele vem de regiões onde a lei do carma não vibra normalmente (vibra doutra forma, outras causas para outros efeitos). Por isso, permanece virgem desde que foi fixado até que tu o tomas. Ora, se há uma paranóia económica em torno do floral, ele é aniquilado à nascença (no caso de indústrias de florais), ou à chegada, porque o curador está a fazer negócio com isso. Se o curador vê no floral uma forma de vida e não uma forma de serviço, o floral diminui de potência.

Existem sistemas de florais ainda por revelar. O mais avançado, neste momento, é o das orquídeas da Amazónia, criado por uma pesquisadora espanhola. Os novos sistemas de florais, porém, não serão revelados enquanto as pessoas estiverem a fazer «arranjinhos» com eles. Tal informação ficará retida nos planos internos.

Existe uma relação muito próxima entre a acção de um floral por dentro e a acção de um banho terapêutico a nível da aura. Elas complementam-se. E, assim como a acção do floral demora tempo porque o vórtice fornecido pela flor vai actuando gradualmente (a média é 3 meses), também há necessidade de repetir os banhos terapêuticos, várias vezes, para que a vibração de limpeza da aura - e mais exactamente do corpo etérico - aconteça.

Nós temos esta energia de cura que nos chega através da água e das flores e temos uma humanidade a adoecer sistematicamente. Para cada vírus que é curado aparecem outros doze. Isto significa que o grau luz do éter morreu. O éter não está vitalizado, não está suficientemente luminoso para impedir a viagem do vírus.

Um vírus não anda na atmosfera, ele usa o éter.

Seria importante que se estudasse o comportamento dos vírus em vácuo. A baixa vibração etérica é um veículo virótico. Eu eliminei um vírus e aparecem outros doze porque eu eliminei um vírus mas, na realidade, o que eu queria era, digamos, dar um tiro na minha sogra! Então, eu estou no laboratório a eliminar um vírus, mas se a minha sogra desaparecesse da minha vida seria fantástico! Isto significa que eu estou a criar mais doze!Assim, não há éter que resista a esta humanidade!

Os vírus multiplicam-se porque são o resultado da baixa frequência etérica.

Com o aprofundamento do trabalho, aspectos da cura cósmica vão começar a ser cada vez mais claros para todos nós.

Como é que nós nos aproximamos deste nível de cura?

Não são os florais de Bach uma cura cósmica que já está disponível para toda a gente, uma cura cósmica da profunda carência de harmonia da humanidade inteira?

E o que é que não devemos pôr no meio, sob pena de ficarmos completamente alienados outra vez, como a própria medicina clássica já se alienou por questões económicas?

Neste momento, as terapias alternativas estão à beira de cair na mesma forma-pensamento que assimilou a medicina clássica.

Então, qual é a importância dos florais para a felicidade da humanidade?

É total!

O nosso problema, porém, é: qual é a importância da humanidade para a felicidade dos florais?

É isto que temos que resolver. Nós temos florais para a humanidade, o que não temos é humanidade para os florais. O teu corpo físico é uma entidade que evoluiu tal como Darwin descreveu?

Ele teria razão se o Homem fosse só um corpo; é claro que falta a intervenção dos Jardineiros do Espaço4 no momento do elo perdido. É que a evolução não ocorreu, exactamente, do macaco para o homem; houve ali um primeiro toque, e o elo perdido não existe no plano físico.

De facto, subitamente, o homem aparece, e há transformações morfológicas e genéticas demasiado potentes que não são detectadas por um processo de reacção ao meio ambiente, tal como Darwin descreveu. Por isso, num certo sentido, é uma delícia, em termos antropológicos, ver que: «Está tudo certo, menos aquele elo ali».

Falta o elo perdido.

E com isto quer-se chegar a que cada ser tem o seu animal-de-poder. Significa que o teu corpo físico, o teu eu básico, que sofre profundamente com o seu ego, vem de uma linhagem animal. E o animal-de-poder significa que a corrente evolutiva biológica (desde a amiba até ao gradual refinamento da evolução orgânica) está por detrás da qualidade vibratória do teu corpo físico e de alguns aspectos do etérico e do astral.

O animal-de-poder, então, é aquela «forma» que os índios norte-americanos e alguns ambientes esquimós da Lapónia (na Austrália já é diferente) têm de chamar, de novo, ao contacto com a imensa potência vital que vem da natureza a fim de tentar curá-lo. Em termos xamânicos, o animal-de-poder é aquele a partir do qual o teu corpo físico e etérico evoluiu.

Há seres que têm conexão com as águias, outros com os cavalos, com o lobo, etc. Nem todos os animais, porém, são animal-de-poder. Há um grupo específico: o mocho, o coiote, o veado, o alce, etc. Para uma escola mais interna, porém, o animal-de-poder não é importante. É importante ter consciência dele porque até mesmo isso é uma luz que nos ajuda.

Esta questão é muito vasta e faz parte, especificamente, das iniciações nativas. O nosso trabalho neste momento é contactar o poder, não o animal. É esse poder da mónada – que actuava nas almas-grupo animais das quais tu evoluis através do campo monádico - que temos de contactar e ser sensíveis a ele.

Isto foi dito porque, entretanto, cada ser tem uma flor para reverenciar, a qual está directamente relacionada com a vibração da sua alma e com a aprendizagem que está a fazer nesta encarnação. Quando tu descobres a tua flor há uma porta para a inocência que se abre, e grande parte do caminho de retorno à inocência pode ser feito através da compreensão dessa flor-guia, porque uma flor é totalmente inocência, onde até os espinhos são inocentes.

Então, eu tenho uma flor que corresponde às lágrimas que não chorei, ao perdão que não dei, à «lavagem» que não fiz, à candura que não encontrei, a inocência que ainda não atingi, à virgindade (ausência da contaminação no campo vibratório). Para ti, só há uma flor no mundo que corresponde a esta mensagem. Ao contemplares e ao abrires a mente a essa flor (as flores são extremamente intensas nos planos subtis), ela tem o poder de reconstituir a inocência na tua estrutura psíquica. Isto é um trabalho muito importante.

Assim como uma determinada flor tem o poder de reconstituir a inocência no teu ser - assim tu tenhas a capacidade de te abrires, vibrar e amar - outra flor vem ao teu encontro com a lição que tu tens que aprender. É muito importante estarmos atentos às flores que vêm até nós, porque a flor que tu não procuraste e que chegou até ti (oferecida, esquecida) representa uma vibração, um facto energético, um beijo de Deus.

A flor vem para te dizer: «Esta é a qualidade hoje». E se, um dia, vais parar a uma casa cheia de uma determinada flor, está ali a vibração do momento. Esta é a forma de começarmos a trabalhar com o reino das flores que é o caminho mais rápido para a cura emocional e para o retorno à inocência sem o qual Liz/Fátima5 não significa nada para nós.

Cada núcleo autêntico tem um símbolo através de uma flor, isto é, há uma flor que corresponde à consagração desse grupo. Este núcleo não é um núcleo consagrado, ele ainda não foi aceite pelos Irmãos; está em prova. No momento em que se tornar um núcleo consagrado, a flor que lhe corresponde é o lírio branco.

Isto está a ser adiantado porque é através do lírio branco que eu retorno ao tipo de frequência que este núcleo deve aprender a SER, a vibrar. A orquídea também é importante, mas o lírio branco é exactamente o ponto. Então, para que estes lírios possam nascer, alguma coisa tem que se decompor.

   

André Louro de Almeida

 

 AS NOTAS QUE SE SEGUEM FORAM RETIRADAS DO LIVROGLOSSÁRIO ESOTÉRICO, DE TRIGUEIRINHO (EDITORA PENSAMENTO).

1 – Mónada. O ser humano tem vários núcleos de consciência, os pontos focais da sua expressão nos diferentes níveis do universo. A mónada é para ele o núcleo fundamental na sua actual fase de evolução. Deriva-se de outro, mais profundo, o regente monádico, a "centelha cósmica emanada do Criador". A mónada é projecção dela no universo físico cósmico; a alma, é a projecção da mónada nos níveis abstractos, e o ego humano, é a projecção da alma no mundo concreto.

Regente monádico » Mónada » Alma » Ego

A mónada actua como estação transformadora da energia do regente monádico; por ela a consciência do indivíduo conhece as leis dos níveis inferiores e prepara a síntese que levará o regente à sua realização como Avatar. A mónada é o centro de vida imperecível do homem. No estado de consciência monádico, ele é um ente individual, mas não vive a separatividade. Mantendo as suas bases em níveis elevados, a mónada faz penetrar a sua energia nos planos materiais, o que lhe confere relacionamento com esses planos e lhe possibilita evoluir e, também, servir neles. Dada a sua subtileza, ela não pode, de onde está, irradiar a sua energia directamente para a matéria mais densa. Para isso precisa munir-se de veículos intermediários, como os demais núcleos e corpos do ser. Ao contactar a mónada, o eu consciente desperta atributos e conhecimentos que possui em potencial. Após atingir certo preparo e lucidez, a mónada afasta-se dos planos inferiores. O tirocínio pelo qual as mónadas na Terra estão passando é o da busca de equilíbrio das polaridades, fase típica do presente ciclo planetário: o de transcender o conflito e reconhecer a essência do amor.

2 - Três fogos básicos compõem este universo solar: o fogo por fricção (ou fricativo), o fogo eléctrico (ou solar) e o fogo cósmico. Em diferentes proporções, estão presentes em todos os níveis da existência. Ressalte-se, todavia, que esses fogos não são elementos. Os quatro elementos (terra, água, fogo e ar) são princípios que qualificam a substância desses níveis, enquanto os três fogos são forças plasmadoras e condutoras da vida que os alenta. Esses fogos universais são uma só energia, que está na origem da existência. Veiculam, no entanto, aspectos distintos dessa energia, determinando, assim, o modo de relacionamento entre forma e essência. O fogo fricativo actua mais directamente nos níveis materiais; o fogo eléctrico, nos níveis situados entre o monádico e o material, ou seja, o espiritual e o intuitivo; o fogo cós- mico, por sua vez, actua nos níveis próximos da vida imaterial.

3 - Logos. Palavra grega (plural: Logoi) utilizada no ensinamento esotérico para designar o núcleo de consciência e de pura energia, que tanto pode ser o ponto focal para a criação e sustentação de um universo (seja ele planetário, estelar ou galáctico) quanto desempenhar outras tarefas em diferentes regiões do cosmos. Qualquer corpo celeste, na sua essência profunda e imaterial, é um Logos, assim como o homem é um espírito ou uma mônada. Os Logoi desenvolvem-se, e cada um deles está em um grau evolutivo. A evolução logóica representa o ponto imediatamente superior ao de Avatar. A evolução vai-se processando pela fusão de partículas em núcleos cada vez mais amplos e pela subsequente ascensão a patamares de vibração mais subtil. Assim, quando sete mónadas se fundem no regente monádico, este ingressa no estado de Avatar, e um dos caminhos que pode tomar é o de unir- se a outros Avatares, alcançando depois o estado de Logos. Os Logoi abarcam a evolução de inúmeras esferas de consciência. O corpo de manifestação de um Logos que se exprima por intermédio de um planeta, por exemplo, inclui Entidades, Avatares, regentes monádicos, mónadas e outras partículas de vida. O patamar inicial de evolução logóica é a consciência planetária.

4 - Jardineiros do Espaço - Consciências de magnitude estelar, membros da Hierarquia cósmica. Têm como principal tarefa acompanhar e conduzir o desenvolvimento das Raças humanas e das espécies nos vários reinos. Contribuíram para o surgimento das Raças que compõem a actual humanidade de superfície. Nesta época, introduzem novo código genético, de origem incorpórea, o GNA, nos níveis supra físicos dos seres humanos resgatáveis. Esse implante é feito em naves-laboratório ou em bases de operações, com activa colaboração dos núcleos internos de cada indivíduo. Os Jardineiros do Espaço trabalham em comunhão com a Hierarquia dévica; contactam arquétipos e plasmam as formas e os padrões que as novas Raças humanas e as espécies animais, as vegetais e as minerais devem exprimir a fim de consumarem a meta da sua existência.

5 – Lis - Centro intraterreno que tem papel significativo na purificação e na preparação da Terra para o ciclo vindouro. A energia de Lis estende-se sobretudo por um círculo que abrange a Europa Ocidental e, de modo peculiar, a Península Ibérica. O centro intraterreno conhecido como Fátima (que projectou as suas energias na localidade de Fátima, em Portugal) é prolongamento de Lis. A França também está entre as áreas magneticamente coligadas a Lis, e o trabalho manifestado em Lourdes é fruto da sua irradiação. Impulsos enviados de Lis à superfície terrestre criaram campânulas energéticas que depois puderam servir de tela para projecções subtis, percebidas como aparições da Virgem, em especial as ocorridas em Fátima (Portugal) e em Lourdes (França). Avivando a devoção de muitos, procuraram despertar no seu interior vínculos com arquétipos universais. A evolução das Raças humanas na Terra também se apoia em Lis, e nesse Centro estão guardadas chaves para o aprimoramento delas. A energia crística espiritual, unida ao trabalho da hierarquia angélica, aproxima a espécie humana das vibrações do seu arquétipo.   

 

(imagem de Bárbara elias)



publicado por danuia às 13:01
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007
O Festival dos Anjos
 
*C. W. Leadbeater

Este artigo é uma versão abreviada dos escritos do falecido Bispo Leadbeater, retirados de seu livro "O Lado Oculto dos Festivais Cristãos".

O festival dos Santos Anjos é comemorado no dia de São Miguel, o grande Líder dos Anjos; mas em verdade nós não celebramos nesta ocasião apenas este glorioso Príncipe, mas toda a Falange celeste; nós agradecemos e louvamos a Deus por eles e por toda o maravilhoso auxílio dado por eles a nós. Há uma grande quantidade de mal-entendidos sobre os Santos Anjos. A idéia que fazemos deles é tão bela, tão poética, que as pessoas freqüentemente pensam neles como sendo apenas poesia. Fala-se sobre estes grandes e gloriosos seres um pouco como se fala dos contos de fadas. É tudo muito belo, mas não se faz inteira justiça a eles.

Nada pode estar mais longe da verdade do que uma idéia como esta. A glória radiosa dos Santos Anjos é muito mais real, e não menos, que qualquer coisa neste plano físico. Suponho que isso pareça estranho, excessivo, talvez um tanto ridículo; mas de fato não é. As coisas deste plano físico que nós tocamos e sentimos são reais o suficiente para nós, enquanto vivemos por entre elas; mas temos apenas que elevar um pouco nossa consciência dentro de um mundo mais alto, e imediatamente toda essa realidade densa deixa de ser real, mas torna-se mais diáfana que o tecido de um sonho, e entendemos então que as coisas vistas aqui no plano físico são corretamente descritas como transitórias, e as coisas invisíveis daqui estão muito mais perto de serem eternas. Aquelas são as realidades, e não estas. O espírito é o fato real, não o corpo. O corpo é perfeitamente real enquanto dura, mas dura apenas alguns poucos anos; o espírito é uma centelha divina, e vive para sempre. Assim os Santos Anjos não são de modo algum menos reais que você e eu.

Qualquer um que tenha estudado as descobertas da ciência moderna sabe que há uma linha definida de evolução do mais baixo para o mais alto através dos diferentes reinos da Natureza. O reino mineral é geralmente considerado o reino mais inferior; alguns estudantes sabem que existem outros que o precedem mesmo naquela linha de evolução. O reino mineral gradualmente conduz para os inícios do reino vegetal, e da mesma maneira o reino vegetal se projeta para os inícios do reino animal. O homem é classificado como sendo a cabeça do reino animal; mas em nossos estudos da vida oculta nós o tomamos, por certas boas razões, como um reino separado. Os atributos que possui em muitos aspectos o diferenciam mesmo do animal mais evoluído, ainda que do animal haja um nítido progresso em direção ao humano. Não há lacunas neste sistema evolutivo, e assim da forma de vida mais inferior podemos apontar para nossa vida.

Somos então o ápice de tudo? Não haverá nenhuma forma de vida mais alta que a nossa assim como a nossa é mais alta que a do animal, como a do animal é mais alto que a do mineral? Investigações nos mostram que há sim uma forma de vida mais elevada que a nossa - que há um reino acima do reino humano, mais adiantado na evolução que o nosso; é chamado de Reino Angélico. Os filósofos da Índia dão a seus membros o nome de Devas. Deva é uma palavra sânscrita de onde deriva nosso termo divino. Está ligada a tudo o que sugere excelsitude e divindade. Os Devas são os Seres Brilhantes - uma denominação mui natural para lhes dar, para os homens que os vêem, porque todo o seu mundo elevado está em relação ao nosso como a luz está para as trevas.

Poderíamos pensar: "Podemos ver os animais; por que não podemos ver os Anjos? Os animais pertencem a um reino inferior ao nosso, mas eles podem nos ver; se eles podem ver algo pertencente a um reino superior, por que nós não?" Em primeiro lugar, nós podemos. Há uma grande quantidade de pessoas que têm visto membros do Reino Angélico, mesmo que o plano material mais denso onde apareçam ainda esteja acima de nosso plano físico. Há uma grande variedade de estágios e tipos de matéria mesmo aqui embaixo; temos os sólidos, os líquidos e os gases. Há matéria que escapa aos nossos sentidos, não porque seja de alguma forma irreal ou imaterial, mas porque nossos sentidos são imperfeitos, e abrangem apenas uma pequena fração de tudo o que sabemos que existe. Por exemplo, geralmente podemos ver os sólidos e os líquidos, mas raramente podemos ver gás, ou algo em estado gasoso. Há alguns gases, como o cloreto, que podemos distinguir por sua cor, mas usualmente percebemos os gases de outra maneira, pelo cheiro ou pelo que sentimos quando os respiramos. O que é mais elevado que os gases fica ainda mais além de nossos sentidos físicos, mas estaríamos caindo em um erro básico - para a compreensão destas coisas - se supuséssemos que são irreais. Estes Anjos possuem corpos, construídos de matéria assim como os nossos; só ocorre que esta matéria é mais sutil, respondendo apenas a vibrações mais elevadas. Mas também temos em nós um corpo de matéria mais sutil, um veículo mais elevado que pode ser treinado, seus sentidos desenvolvidos, exatamente como os sentidos físicos do homem podem ser desenvolvidos em um grau muito maior de refinamento do que a maioria de nós possui.

Os sentidos de nosso corpo mais elevado também podem ser treinados para ver coisas destes mundos superiores. As pessoas às vezes obtêm relances delas quando estão em estados exaltados, ou em profunda contemplação. Lemos, por exemplo, que os grandes santos tinham visões de Anjos. Não podemos supor que estes homens fossem apenas sonhadores histéricos; o fato é que sua consciência superior foi por momentos aberta, de modo que viram o que sob condições normais permanecia invisível a eles.

Ainda que o Reino Angélico seja o imediatamente superior ao humano, não é necessariamente o próximo degrau em nossa evolução. Assim como nem todas as criaturas pertencentes ao reino animal vão algum dia se tornar homens, igualmente nem todos os seres humanos entrarão no reino dos Santos Anjos. Todos os que hoje são humanos atingirão a meta, o ápice do desenvolvimento humano, e se tronarão super-homens; mas há muitas outras linhas de evolução dentro da qual o homem pode adentrar, além da hoste angélica.

Este grande reino dos Anjos tem sua próprias raças, seus variados graus de desenvolvimento, suas diferentes linhas de evolução, exatamente como é o caso de todos os outros reinos da Natureza. Há Anjos que não estão mais adiantados na evolução do que alguns dos nossos melhores homens; e há outros cujo esplendor parece-nos incluir tudo o que poderíamos imaginar da Divindade. Podemos notar que as palavras de nossa Liturgia nos lembram, em todo o serviço eucarístico, uma classificação que tem sido largamente aceita na antiga Igreja Cristã - aquela que divide os Anjos em nove ordens: Anjos, Arcanjos, Querubins, Serafins, Tronos, Dominações, Principados, Virtudes e Potestades. A ordenação Judaica, que em grande parte foi adotada pela Igreja Cristã, os divide em sete grandes tipos, correspondentes aos Raios. Até mesmo os nomes daqueles Grandes Seres que ficam à testa de cada um destes sete tipos foi dada em escritos antigos, onde aparecem como Miguel, Gabriel, Rafael, Uriel, Chamuel, Jofiel e Zadkiel.

Na classificação em nove ordens, dois outros tipos são acrescentados - isto é, estendem-se para além de nossa cadeia de mundos, talvez para além de nosso sistema solar. Para cada um desses tipos diferentes características são atribuídas, e em cada uma dessa grandes Ordens de Anjos existem muitos níveis. Nós dividimos nosso reino humano em várias raças - Ariana, Mongólica, Semítica e assim por diante; mas todos reconhecemos que em cada uma destas raças há pessoas altamente evoluídas e pessoas comparativamente menos evoluídas. Há reis e príncipes e nobreza e também há camponeses; mas são todos da mesma raça. Do mesmo modo nas Ordens Angélicas há os grandes líderes, e há outros que não são tão altamente evoluídos; os de níveis inferiores possuem corpos astrais, e ainda estão sob influência do desejo. É verdade que as más intenções não são possíveis a nenhum da hoste angélica, mas há muitos que em intelecto e adiantamento geral estão só levemente à frente de nós.

Eu suponho que a maioria das pessoas, quando pensa em Anjos, os considera como uma falange de Espíritos gloriosos, humanos em forma, ainda que usualmente portando grandes asas sobre os ombros, que passam o tempo em perpétua adoração defronte ao Trono de Deus, ou levando mensagens em Seu nome, a maioria delas ligadas aos acontecimentos respectivos à raça humana, ou resgatando indivíduos de perigos ou misérias. Teremos apenas uma imagem muito truncada e parcial deste reino glorioso se pensarmos em seus membros como sempre ocupados em inúteis louvores à Deidade ou como mensageiros ligados apenas à raça humana. Os Anjos são uma manifestação da Vida Divina num elevado estágio de evolução, e estão prioritariamente interessados, assim como nós estamos, nos trabalhos desta evolução. Eles vivem suas próprias vidas, e estas vidas são um epifania da Deidade certamente muito mais esplêndida que a nossa. Sem dúvida eles amiúde rendem graças a Deus, como nós em nossas igrejas; mas assim como tentamos demonstrar nosso amor por Deus principalmente vivendo no mundo como Ele gostaria que vivêssemos, também eles, em seu nível superior, demonstram melhor seu amor e devoção a Ele desempenhando cabalmente o trabalho que lhes foi confiado.

Seria tolice pensarmos que seu trabalho de algum modo está especialmente ligado a nós; sem dúvida tal pensamento é lisonjeiro, mas também aponta claramente para o autocentramento da humanidade como um todo. Chegaremos talvez a uma apreciação mais racional se meditarmos em nossa própria atitude em relação aos reinos inferiores a nós, o animal e o vegetal. Não gastamos todas nossas vidas pensando em como favorecer estes reinos ou em como ajudá-los; a maioria dos seres humanos está muito mais interessada em pensar em como fazer com que estas criaturas inferiores os sirvam, e em como tirar proveito delas de um modo ou de outro. Nossa relações com os animais merecem, de fato, a mais horrível descrição, e eles podem ser plenamente desculpados de nos olharem não como anjos, mas como demônios. É claro que seria impensável que o reino angélico trabalhasse de alguma forma para nos explorar, mas bem podemos supor que, no conjunto, seja razoável que sigam o caminho de sua evolução sem interferir necessariamente com a nossa.

Quando a humanidade estiver bastante mais adiantada em sua estrada entrará em relações mais estreitas com estas grandes hostes angélicas, e esta proximidade será de grande valia. Algo do método para esta aproximação pode ser lido, por aqueles que desejarem, no livro Homem, De Onde, Como e Para Onde, no qual está descrito como, num futuro não muito longínquo, grandes Anjos assumirão uma função visível e preeminente no serviço eclesiástico daqueles dias, e reunirão a devoção dos membros da congregação e a projetarão para cima, em uma poderosa fonte, em direção aos pés da própria Deidade Solar. Agirão também como recipientes e distribuidores da tremenda influência espiritual ou graça que Ele em resposta derramará sobre os devotos.

Eles já trabalham assim agora, ainda que de modo menos óbvio. Eu já mencionei anteriormente que toda a devoção e todo o amor que ao longo dos séculos tem sido derramado aos pés da Bendita Virgem Maria são recolhidos por Ela, pois agora Ela é um grande Anjo, e conduzidos à Deidade Solar, que certamente os aceita e responde. Na Ciência dos Sacramentos eu já expliquei algo da maravilhosa parte que os Anjos têm no maior de nossos serviços eclesiásticos. Milhares e milhares de devotos Cristãos têm pelos últimos vinte séculos obtido da Sagrada Eucaristia o mais profundo auxílio espiritual e elevação sem saberem que devem a possibilidade deste tão glorioso serviço à assistência paciente e alegre dada pelos Santos Anjos a um mundo que não compreende. Eles acorrem porque podem arranjar para nós um certo tipo de serviço sem cujo concurso não seria possível obtermos, e porque sabem que quando um homem assiste a tal serviço e põe seu coração na prece e no culto, está em uma atitude influenciável, e pode ser alcançado e tocado; um bem pode ser feito a ele e poder pode ser derramado sobre ele.

Quando um homem adentra na igreja, ele se põe na presença de Nosso Senhor, entronizado sobre Seu altar; e só por este fato ele também entra na presença de uma grande multidão de Anjos adorantes. O quanto será possível fazer por ele depende de até onde ele pode abrir seu coração à sua influência, e de sua disposição física, moral e mental. Alguns de nós sentem tais influências fácil e nitidamente, por termos aguçado nossos sentidos em tal direção; outros percebem-nas apenas vaga e incertamente; mas um número crescente de pessoas está se tornando cônscia delas. O homem está andando em lentos passos em direção a tornar-se o tipo de criatura que os Anjos podem ajudar, e à medida que avança mais para dentro de sua esfera, percebe melhor seu interesse e sua graciosa resposta.

A presença dos Anjos não nos deveria ser incerta, vaga ou hipotética; deveríamos começar a pensar que são realidades perfeitamente definidas, e ainda que não possamos de fato vê-los mais do que vemos uma corrente elétrica, são reais como uma corrente elétrica o é, e seus efeitos podem ser notados por aqueles que são capazes de senti-los.

Grandes legiões de Anjos assistem à celebração da Eucaristia. Os maiores Anjos acodem para tomar uma parte definida no trabalho. A Sagrada Eucaristia não é celebrada para nós, ainda que muito benefício possamos obter dela. Nós não vamos no intuito de receber, mas principalmente no de dar. Nós vamos porque este é o método pelo qual Cristo irradia influência espiritual sobre todo o Seu mundo, e nós vamos lá para ajudá-lo nesta distribuição de divina energia. Incidentalmente obtemos muito para nós mesmos, mas este não é nosso objetivo principal.

Os Anjos vêm - os grandes Anjos - a fim de fazer tudo isso possível para nós. Ao fim do Asperges, pedimos a Deus que envie Seu Anjo para nos ajudar e para estar conosco. Em resposta a aquele apelo acorre o Anjo da Eucaristia e constrói um receptáculo a partir de nossa devoção e de nossos sentimentos, e da energia liberada pela parte musical do serviço. Maiores que ele são os Anjos que vêm quando os chamamos justamente antes do Sanctus - quando o sacerdote ou bispo, tendo pedido que elevássemos nossos corações e déssemos graças a Deus, prossegue dizendo que com os Santos Anjos (enumerando os diferentes tipos), também fazemos nossa parte. Este é o chamamento tradicional a eles, e a melodia com que cantamos "Corações ao alto!" e "Nosso coração está em Deus" tem quase dois mil anos, se não mais. Ela remonta aos primeiros tempos em que tais músicas eram cantada na Igreja.


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publicado por danuia às 11:51
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Domingo, 12 de Agosto de 2007
Arcanjos

Este é o oitavo Coro e é a ele que comete interceder pelas fraquezas (especialmente a ignorância) dos seres humanos, perante o Trono Divino. São também eles que lutam continuamente contra a Sombra e as suas legiões, para proteger o mundo. Segundo a tradição judaica, os Arcanjos estão intimamente relacionados com os planetas.

Outras autoridades dizem que estão relacionados com os 12 signos zodiacais. Pseudo-Dioníso descreveu-os como portadores dos segredos divinos. Os Arcanjos são mencionados tanto no Antigo como no Novo Testamento. A Epístola de Judas conta que, quando o Arcanjo Miguel estava a disputar com Satanás o corpo de Moisés (após a sua morte), não conseguiu deixar de emitir juízos sobre o espírito infernal, dizendo-lhe "O Senhor te renega".

Existe uma grande confusão a respeito dos Arcanjos e muitos outros anjos que não pertencem a este Coro e são designados através deste título, porque no início da angelologia apenas se reconheciam duas classes de entidades celestiais: os Arcanjos e os Anjos. Foi através do trabalho de escritores como são Tomás de Aquino, Santo Agostinho e do grupo de Pseudo-Dionísio, que as várias ordens angelicais foram organizadas de forma correcta. Por esse motivo, os anjos mais elevados eram chamados Arcanjos, um costume que tem persistido ao longo dos tempos.

Mas nem todos os anjos superiores são Arcanjos. Por exemplo, Sadkiel, Camael, Casiel, Azrael e Asariel, que se contam entre os regentes dos signos zodiacais, não são Arcanjos, embora sejam, com frequência, chamados por esse título. Na realidade, todos estes anjos pertencem a Coros de uma hierarquia superior à dos Arcanjos. Os Príncipes Regentes desta ordem são Metraton, Miguel, Rafael, Uriel, Gabriel, Barbiel, Barachiel e Jehudiel.

(António Rosa)


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publicado por danuia às 18:40
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SERAFINS - ANJOS DA 1ª ESFERA
Serafins

Os Serafins, aqueles que estão mais perto da divindade, concentram-se nas manifestações vibracionais para manter a divindade intacta e constante e são considerados os anjos do amor puro, da luz e do fogo. Eles certificam-se que nada balança o barco, que nenhuma energia negativa chega até à divindade e ajudam a criar e a transportar a energia positiva através de todos os coros de anjos e para as esferas físicas. Eles não estão em volta de Deus e nem cantam canções bonitas para manter todos felizes.

Eles rodeiam a divindade para assegurar a continuação da sua existência, e canalizam essa energia para nós para continuemos a viver. Supostamente, existem quatro chefes destes anjos, que correspondem aos quatro ventos da Terra, que vergastam o ar com seis asas cada. Os governante dos Serafim são Jehoel, Metraton e Miguel.

Outros anjos desta ordem são Serafiel, Uriel, Kemuel e Nathanael. Quando se estuda os Nove Coros, nota-se que vários anjos são mencionados em mais de uma categoria, subindo e descendo na escada celestial conforme o universo precisou deles.

Este movimento é especialmente verdadeiro em relação aos quatro Arcanjos: Miguel, Gabriel, Rafael e Uriel.

Os Serafins (seres de luz pura) brilham tão intensamente que um humano morreria de susto caso os visse em toda a sua glória. Apenas o Senhor, a Senhora e Miguel são capazes de uma interacção completa com estes seres.

Alguns dizem que as suas faces são como os relâmpagos e as suas vestes, cegam tanto quanto a neve do árctico. Eles estão sempre a mexer e a fazer, são incessantes no seu trabalho.

As pessoas dos trabalhos espirituais podem aceder aos Serafins porque são excelentes na oração e no erguer o poder.

A palavra Serafim significa «ardor». Por outras palavras, estes anjos trabalham com o amor divino e a compaixão que os consomem. Não podemos ir ter com o Serafim e dizer, «Como está»? no plano astral.

Os humanos encontram-nos apenas por convite. Isto não quer dizer que os Serafins não interajam com os humanos, ou não oiça o que lhes dizem. Podem falar com eles e pedir ajuda no trabalho, mas nunca podem vê-los.

Se o vosso anjo da guarda pertence à ordem dos Serafins, podem ver-se envolvidos em qualquer mudança no mundo ou na consciência humana, onde precisam da inspiração, do amor divino e do poder para completaram a vossa missão.

Noutro sistema mitológico, os Fénixes eram anjos da alta ordem, classificados com os Serafins e os Querubins. Eles transformaram-se em elementos do Sol e forma associados com planetas específicos. Tinham doze asas e estavam associados aos pássaros; a sua plumagem era púrpura.
 
Nas meditações e todos os trabalhos espirituais, trabalhem com os Serafins quando desejarem erguer energia para causas humanitárias e planetárias. Eles ouvem os rituais de grupo.

Este é o mais elevado dos Coros Angelicais. A tradição hebraica descreve-os como serpentes de fogo, uma vez que a serpente é um símbolo de cura e sabedoria. O título de Serafim é composto por SER, que significa "espírito elevado" e RAFA, que significa "o que cura". Um Serafim é, então, "um espírito elevado que cura". O nome de Rafael, o médico divino, não pertence a este coro e é composto por RAFA e EL, que significa filho de Deus. Rafael significa, então, "o filho de Deus que cura".

Os Serafins são descritos como seres brilhantes e incorruptíveis. O seu esplendor é tal que nenhum dos outros Coros pode olhá-los de frente. A sua missão é controlar e dirigir a energia divina que flui do Trono de Deus e inflamar no coração do ser humano de amor por Deus. Por este motivo são conhecidos como Anjos do Amor.

O profeta Isaías é o único que os menciona no Antigo Testamento, no capítulo sexto do livro com o seu nome, onde os descreve com quatro caras (símbolo dos quatro ventos e quatro elementos) e seis pares de asas. Duas asas cobrem os seus pés, duas servem para voar, e com duas cobrem o rosto. Cada asa é do tamanho do céu. Os Serafins rodeiam o trono de Deus, entoando continuamente o Triságono Divino:

Santo, Santo, Santo,
Senhor Deus dos Exércitos.

(António Rosa)

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publicado por danuia às 18:35
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História e Filosofia do Tarot

 O Sol

Como podem cartas retiradas aleatoriamente ter alguma importância na vida de alguém? O que acontece nesse instante? A maioria dos tarólogos diz que o tarôt pode iluminar as escolhas que você faz. As cartas não lhe dizem o que deve fazer nem exactamente o que vai acontecer no futuro, mas mostram as possibilidades de acordo com o caminho escolhido por si. Vejamos algumas teorias sobre como as cartas de tarôt podem funcionar.

Sincronicidade

Carl Jung (em inglês) acreditava que além das frequentes relações de causa e efeito, nas quais o mundo científico se baseia, há também um outro princípio de ligação que não compartilha essa relação. Ele chamou a este princípio sincronicidade. De acordo com Jung, a sincronicidade explica as forças que guiam o universo. Factos que poderíamos ver como coincidência são, na verdade, sinais que nos podem ajudar a tomar decisões e a orientar a nossa vida (se os reconhecermos).

Jung acreditava que a mecânica quântica (em inglês) poderia ser uma possível explicação para o fenómeno da sincronicidade. A mecânica quântica explica as relações das partículas e a sua interconectividade aleatória com as acções, como probabilidades em vez de certezas. Há aqueles que acreditam que, como as forças da mecânica quântica afectam a realidade dos objectos físicos, as cartas de tarôt podem ter a função de nos mostrar os caminhos e os padrões e de nos ajudar a entender o significado dessas energias-guia. De acordo com os princípios da mecânica quântica, apesar de ter visto os possíveis resultados na leitura do tarô, você mudou as probabilidades. Jung não estudou tarôt, estava interessado no I Ching (em inglês) - outra ferramenta de adivinhação. Ele propôs que a sincronicidade poderia ser uma explicação para o funcionamento do I Ching.

Projecção
Alguns dizem que tudo isso reporta ao subconsciente. Contraditoriamente, o modo como percebemos as coisas depende muito do nosso subconsciente. Há os que acreditam que, com o tarôt, o subconsciente projecta as suas próprias interpretações sobre as cartas. Como pessoa que consulta o tarôt, a sua interpretação é um resultado de factores da sua vida que o moldaram como você é; bem como de tudo aquilo que é capaz de fazer. As perguntas que tem sobre a sua vida (normalmente motivam-no a consultar o tarôt) são projectadas nas figuras, desse modo você supõe as respostas a partir do que vê. Assim, o tarôt é útil para nos ajudar a recorrer ao nosso subconsciente para encontrar respostas que podem nunca ser pensadas conscientemente. O teste do borrão de tinta de Rorschach (em inglês) usa um princípio semelhante para procurarmos o nosso subconsciente.

Se acredita que as cartas de tarôt têm algum poder ou capacidade de iluminar a sua vida, então os seus problemas ou o seu futuro podem depender da facilidade com que você pode abrir a sua mente a essa idéia. Muitos tarólogos têm idéias divergentes sobre como e por que o tarôt funciona. Na verdade, alguns dizem que precisamos do tarôt apenas para nos ajudar até que aprendamos sozinhos a entrar em contacto com o nosso "guia interior".

Um pouco de história: é assim tão antigo?

O Bobo

De acordo com o historiador especialista em tarôt, Tom Tadfor Little, tem-se notícia do primeiro jogo tradicional de cartas na Europa em 1375, trazido das sociedades islâmicas nas quais foi usado durante séculos antes. Essas cartas não eram, entretanto, cartas de tarôt (como as conhecemos actualmente). Ele afirma que, dessa época, não há evidências que mostrem que o tarôt já houvesse sido criado. Isso vai contra muitas crenças de que o baralho comum seria uma evolução do de tarôt.

Só depois de 1440 é que as prováveis cartas de tarôt originais foram mencionadas pela primeira vez. Numa carta do Duque de Milão, há um pedido de vários baralhos das cartas de "triunfo" para serem usadas num evento especial. A carta do Duque, diferenciava as cartas de triunfo das regulares cartas de jogo.

Parece que os primeiros baralhos de tarôt foram criados como um jogo. Havia quatro naipes com cartas numeradas de 1 a 10 e também cartas reais incluindo rainha, rei, cavaleiro e valete. O baralho também incluía 22 cartas com figuras simbólicas que não pertenciam a nenhum naipe. Os baralhos eram usados num jogo chamado triunfo similar ao
bridge (em inglês). No triunfo, 21 das 22 cartas com figuras especiais eram cartas permanentes do naipe trunfo. O jogo espalhou-se rapidamente por todas as partes da Europa. As pessoas começaram a chamá-lo de tarocchi, que é uma versão italiana da palavra francesa tarot, por volta de1530.

Em 1781, na França e na Inglaterra, seguidores do misticismo descobriram as cartas de tarôt. Eles viram as figuras simbólicas das cartas como algo mais significativo do que as simples cartas do triunfo a que estavam acostumados na época. Usavam as cartas como uma ferramenta de adivinhação e, assim, autores místicos escreveram sobre o tarôt. Depois disso, o tarôt tornou-se parte da filosofia mística.

Há, também, os que acreditam que as cartas de tarôt se originaram no Egipto. Alguns grupos acreditam que esse seja o único "livro" sobrevivente do grande incêndio que queimou a biblioteca de Alexandria no antigo Egipto. De acordo com essa teoria, as cartas são consideradas as hieroglíficas chaves para a vida.

 


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publicado por danuia às 15:20
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ONDAS CEREBRAIS E MEDITAÇÃO

O cérebro, exaustivamente visto pela neurologia, ainda é um mistério, e as
pesquisas dia após dia acrescentam novos conhecimentos sobre o funcionamento do
cérebro e de como ele funciona. Em 1920 foram descobertas as ondas cerebrais e sua
relação com os diversos estados de consciência. É fato sabido hoje, que o cérebro,
funciona por estímulos (impulsos, ondas), que podem ser medidos pelo EEG
(Eletroencefalograma) e que induzem o homem a quatro estágios – níveis mentais,
classificados por ciclos rítmicos por segundo (Hertz), sendo eles o Alfa, Beta,
Teta e Delta.

Estabelece-se que o BETA é o estágio comum para pessoas normais, com oscilações de
14 a 28 ciclos por segundo (Hertz), sendo então o nível das consciências interior e
exterior; é um estado normal para as atividades do dia a dia, sobrecarregando-se de
tensões consequentes. Voce provavelmente agora está produzindo ondas BETA.

ALFA é uma onda mais tranquila, com 7 a 14 ciclos por segundo (Hertz); é um estágio
no qual se entra quando se fecha os olhos e se relaxa.  É o estágio de maior
importância para o ser humano. É um estado de tendência a interiorização. ALFA pode
ser de alta ou baixa amplitude, de acordo com a produção de microvolts pelo
cérebro. ALFA de alta-amplitude indica um sujeito está em profundo estado de
concentração.

TETA, com oscilações de 4 a 7 ciclos por segundo, responsabiliza-se  pela
sonolência e pela passagem para a inconsciência e o sono; é um estágio recuperador
das energias. É um estágio de profunda interiorização.

DELTA, com 1 a 4 ciclos por segundo, é o estado de inconsciência total, sono
profundo, sem reflexão alguma.

Por meio de um aparelho de EEG, pode-se medir os ritmos cerebrais.  Foram feitas
pesquisas, medindo os ritmos mentais antes e depois de práticas de meditação. Antes
da meditação observou-se a presença de ondas BETA - que indicam pessoas nervosas e
estressadas.  Durante a meditação, surgiram as ondas ALFA, que só aparecem quando a
pessoa está relaxada ou concentrada, e as ondas TETA, que só ocorrem em meditação
profunda. Quando a pessoa está neste estado, o cérebro aumenta a produção de
endorfinas, que acalmam a dor ou o stress e circulam em todo o corpo, revitalizando
as células.

Estudos na área de fisiologia cerebral estão mostrando que a meditação e a oração
silenciosa diminuem os padrões de EEG (Eletroencefalograma) no cérebro, isto é,
diminuem a frequência dos ritmos (passando do ritmo Beta para o Alfa ou Teta) e
aumentando a sincronização de suas ondas. Estudos foram feitos em monges Zen em
meditação, em que se colocavam eletrodos nas zonas frontal, parietal e occipital do
cérebro e ligavam-nos ao EEG (Eletroencefalograma). Mediu-se alem dos ritmos do
cérebro o pulso, a respiração, a relaxação muscular e a resistência da pele. Os
resultados mostraram que os monges do  Zen quase imeditamente passavam para o Alfa.
Em alguns casos, desenvolveu-se a passagem para ritmos Teta. Após a meditação, as
ondas Alfa continuaram por algum tempo.

Outras pesquisas realizadas com Swamis Hindus e monges Católicos em meditação e
contemplação, obtiveram resultados semelhantes aos obtidos com os monges Zen.
Estudos tem demonstrado que o Zen, o Yoga, a Meditação Transcendental e qualquer
forma de contemplação permitem atingir as ondas cerebrais de baixa frequência (Alfa
e Teta). Médicos chegaram a conclusão que quem medita entra com facilidade no ritmo
Alfa. E o inverso tambem parece ser verdade: os produtores de  Alfa voltam-se para
a meditação e a vida contemplativa.

(Texto de Maria7 In Comunidade Espiritual)


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publicado por danuia às 15:05
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ENTRANDO PROFUNDAMENTE NO AGORA


Não busque o seu eu interior dentro da mente

Sinto que ainda tenho muito a aprender sobre as atividades da minha mente, antes de poder chegar a algum lugar próximo da consciência ou iluminação espiritual.

Não, não tem. Os problemas da mente não podem ser solucionados no nível da mente. No momento em que compreendemos que não somos a nossa mente, não existe muito mais a aprender ou compreender. O máximo que podemos conseguir ao estudar a mente é nos tornarmos bons psicólogos, mas isso não nos levará para além da mente, do mesmo modo que estudar a loucura não basta para criar a sanidade.

Já entendemos a mecânica básica do estado de inconsciência, ou seja, quando nos identificamos com a mente geramos um falso eu interior, o ego, que é um substituto do nosso verdadeiro eu interior enraizado no Ser. Passamos a ser “um ramo cortado da videira”, como Jesus pregou.

As necessidades do ego são intermináveis. Ele se sente vulnerável e ameaçado e, em conseqüência, vive em um estado de medo e carência. Quando entendemos esse funcionamento anormal da mente, não precisamos examinar todas as suas numerosas manifestações, nem transformá-lo em um problema pessoal complexo.

O ego, é claro, adora fazer isso. Está sempre buscando algo em que se apegar para sustentar e fortalecer a ilusão que tem de si mesmo e para juntar aos seus problemas. Essa é a razão pela qual, para muitos de nós, o sentido do eu interior está intimamente ligado aos nossos problemas.

Quando isso acontece, a última coisa que desejamos é nos livrar deles, porque isso significaria a perda do eu interior. Por isso, pode existir uma grande parte de investimento inconsciente do ego em mágoa e sofrimento.

Portanto, se reconhecermos que a raiz da inconsciência vem de uma identificação com a mente, o que naturalmente inclui as emoções, estaremos dando um passo para nos livrar da mente. Ficamos presentes. Quando estamos presentes, podemos permitir que a mente seja como é, sem nos deixar enredar por ela.

A mente em si é uma ferramenta maravilhosa. O mau funcionamento acontece quando buscamos o nosso eu interior dentro dela e a confundimos com quem somos. É nesse momento que a mente torna-se egóica e domina toda a nossa vida.

O fim da ilusão do tempo

É praticamente impossível deixarmos de nos identificar com a mente. Estamos mergulhados nela. Como se ensina um peixe a voar?

O segredo está em acabar com a ilusão do tempo. O tempo e a mente são inseparáveis. Tire o tempo da mente e ele pára, a menos que você escolha utilizá-lo.

Estar identificado com a mente é estar preso ao tempo. É a compulsão para vivermos quase exclusivamente através da memória ou da antecipação. Isso cria uma preocupação infinita com o passado e o futuro, e uma relutância em respeitar o momento presente e permitir que ele aconteça. Temos essa compulsão porque o passado nos dá uma identidade e o futuro contém uma promessa de salvação e de realização. Ambos são ilusões.

Mas, sem o tempo, qual seria a razão de nossa existência? Não teríamos objetivos a alcançar, nem mesmo saberíamos quem somos. O tempo é algo precioso e acho que precisamos aprender a utilizá-lo com sabedoria, em vez de desperdiçá-lo.

O tempo não tem nada de precioso, porque é uma ilusão. Aquilo que achamos ser precioso não é o tempo, mas um ponto que está fora dele: o Agora.

Isso é realmente precioso. Quanto mais nos concentramos no tempo, no passado e no futuro, mais perdemos o Agora, a coisa mais importante que existe.

Por que o Agora é a coisa mais importante que existe? Primeiramente, porque é a única coisa. É tudo o que existe. O eterno presente é o espaço dentro do qual se desenvolve toda a nossa vida, o único fator que permanece constante.

A vida é agora. Nunca houve uma época em que a nossa vida não fosse agora, nem haverá. Em segundo lugar, o Agora é o único ponto que pode nos conduzir para além das fronteiras limitadas da mente. É o nosso único ponto de acesso para a área atemporal e amorfa do Ser.

Nada existe fora do Agora

O passado e o futuro não são tão reais quanto o presente? Afinal, o passado determina quem somos e de que forma agimos no presente. E os nossos objetivos futuros determinam as atitudes que tomamos no presente.

Você ainda não captou a essência do que estou dizendo porque está tentando entender mentalmente. A mente não pode entender esse assunto. Só você pode.

Por favor, preste atenção ao seguinte:

Você alguma vez vivenciou, realizou, pensou ou sentiu alguma coisa fora do Agora? Acha que conseguirá algum dia? É possível alguma coisa acontecer ou ser fora do Agora? A resposta é óbvia, não é mesmo?

Nada jamais aconteceu no passado, aconteceu no Agora. Nada jamais irá acontecer no futuro, acontecerá no Agora.

O que consideramos como passado é um traço da memória, armazenado na mente, de um Agora anterior. Quando lembramos do passado, reativamos um traço da memória e fazemos isso agora.

O futuro é um Agora imaginado, uma projeção da mente. Quando o futuro acontece, acontece como sendo o Agora. Quando pensamos sobre o futuro, fazemos isso no Agora. Obviamente o passado e o futuro não têm realidade própria. Do mesmo modo como a lua não tem luz própria e apenas reflete a luz do sol, o passado e o futuro são apenas um reflexo pálido da luz, do poder e da realidade do eterno presente. A realidade deles é “emprestada” do Agora.

A essência dessas afirmações não pode ser compreendida pela mente. No momento em que captamos a essência, ocorre uma mudança na consciência, que passa a desviar o foco da mente para o Ser, do tempo para a presença. De repente, tudo parece vivo, irradia energia, emana do Ser.

A chave para a dimensão espiritual

Em situações em que a nossa vida está ameaçada pode ocorrer naturalmente essa mudança na consciência do tempo para o momento presente. A personalidade que tem um passado e um futuro retrocede e é substituída por uma presença consciente intensa, serena, mas, ao mesmo tempo, alerta. Sempre que uma reação se faz necessária, ela surge desse estado de consciência.

Muitas pessoas, embora não percebam, gostam de se envolver em atividades perigosas, como escaladas de montanhas, corridas de automóvel, vôos de asa-delta, pela simples razão de que essas atividades as trazem para o Agora, livre do tempo, dos problemas, dos pensamentos e das obrigações pessoais.

Nesses casos, desviar sua atenção do momento presente, nem que seja por um segundo, pode significar a morte. Infelizmente, essas pessoas passam a depender de uma atividade em particular para ficarem nesse estado. Mas você não precisa escalar a face norte do Eiger . Você pode entrar nesse estado agora.

Desde a antiguidade, mestres espirituais de todas as tradições apontam o Agora como a chave para a dimensão espiritual. Mas parece que isso permaneceu como um segredo. Com certeza, não é ensinado em igrejas ou em templos.

Se você vai a uma igreja, pode ouvir passagens do Evangelho como “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo”,ou “Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus”.

A profundidade e a natureza radical desses ensinamentos não são reconhecidas. Parece que ninguém percebe que os ensinamentos foram formulados para serem vividos e, dessa forma, provocarem uma profunda transformação interior.

Toda a essência do zen consiste em caminhar sobre o fio da navalha do Agora, em estar tão absolutamente presente que nenhum problema, nenhum sofrimento, nada que não seja quem somos em essência, possa permanecer em nós.

No Agora, na ausência do tempo, todos os nossos problemas se dissolvem. O sofrimento precisa do tempo e não consegue sobreviver no Agora.

O grande mestre Zen Rinzai, visando desviar a atenção de seus alunos do tempo, levantava o dedo com freqüência e perguntava calmamente: “O que está faltando neste exato momento?” Uma pergunta poderosa, que não requer resposta no plano da mente. É formulada para conduzir uma atenção profunda para o Agora. Outra questão muito usada na tradição zen é: “Se não é agora, então quando?”

O Agora é também um ponto central no ensinamento do sufismo, o braço místico do islamismo. Os sufistas têm um ditado que diz: “O sufista é filho do momento presente”. E Rumi, o grande poeta e mestre do sufismo, ensina: “Passado e futuro ocultam Deus de nossa vista, ponha fogo em ambos”.

Mestre Eckhart, mestre espiritual do século treze, resumiu tudo isto com poucas e belas palavras, ao afirmar: “O que impede a luz de nos alcançar é o tempo. Não há maior obstáculo para Deus do que o tempo”.

Acessando o poder do Agora

Momentos atrás, quando você falou sobre o eterno presente e a irrealidade do passado e do futuro, peguei-me olhando através da janela para uma determinada árvore. Já a tinha olhado muitas vezes antes, mas agora foi diferente. Não percebi muita diferença na forma externa, exceto que as cores pareciam mais vivas. Mas havia uma dimensão adicional que antes eu não tinha notado. É difícil de explicar. Não sei bem, mas achei ter percebido alguma coisa invisível, como se fosse a essência daquela árvore, ou melhor, um espírito interior. E, de alguma forma, era como se eu fosse parte dela. Percebo, agora, que nunca tinha visto de fato a árvore, apenas uma imagem plana e morta.

Quando olho para a árvore agora, parte daquela impressão ainda permanece, mas posso sentir que ela está desaparecendo. A experiência já está parecendo algo do passado. Será que alguma coisa como essa pode ser considerada mais do que um vislumbre passageiro?

Por um instante, você se libertou do tempo. Ao se concentrar no presente, pôde perceber a árvore sem o enquadramento da mente. A consciência do Ser tornou-se parte da sua percepção. Suprimir a dimensão do tempo faz surgir um tipo diferente de conhecimento, que não “mata” o espírito que mora dentro de cada criatura e de cada coisa.

Um conhecimento que não destrói o aspecto sagrado nem o mistério da vida, e que contém um amor e uma reverência profundos por tudo o que é. Um conhecimento sobre o qual a mente nada sabe.

A mente não pode conhecer a árvore. O que ela conhece são apenas fatos ou informações sobre a árvore. A minha mente não pode conhecer você, só rótulos, julgamentos, fatos e opiniões sobre você. Só o Ser conhece diretamente.

Há um lugar para a mente e para o conhecimento da mente. Situa-se na prática do dia-a-dia. Entretanto, quando a mente domina todos os aspectos da nossa vida, incluindo as relações com outras pessoas e com a natureza, transforma-se em um parasita monstruoso que, se não reprimido, pode acabar matando todo o tipo de vida no planeta e, finalmente a si mesmo, ao matar quem o hospeda.

Você teve uma breve visão de como a ausência do tempo pode transformar nossa percepção. Mas não basta uma experiência, não importa quanto ela seja linda ou profunda. O que é necessário, e o que nos interessa, é uma mudança definitiva na consciência.

Portanto, rompa com o velho padrão de negação e resistência ao momento presente. Torne uma prática desviar a atenção do passado e do futuro, afaste-se da dimensão do tempo na vida diária, tanto quanto possível. Se você achar difícil entrar diretamente no Agora, comece observando como a sua mente tende a fugir do Agora. Vai notar que geralmente imaginamos o futuro como algo melhor ou pior do que o presente.

Imaginar um futuro melhor nos traz esperança e uma antecipação do prazer. Imaginá-lo pior nos traz ansiedade. Ambos os casos são ilusões. Ao observarmos a nós mesmos, um maior grau de presença surge automaticamente em nossas vidas.

No momento em que percebemos que não estamos presentes, estamos presentes. Sempre que formos capazes de observar nossas mentes, deixamos de estar aprisionados.

Um outro fator surgiu, algo que não pertence à mente:
A
Presença Observadora.

Esteja presente como alguém que observa a mente e examine seus pensamentos, suas emoções, assim como suas reações em diferentes circunstâncias.

Concentre seu interesse não só nas reações, mas também na situação ou na pessoa que leva você a reagir. Perceba também com que freqüência a sua atenção está no passado ou no futuro. Não julgue nem analise o que você observa. Preste atenção ao pensamento, sinta a emoção, observe a reação. Não veja nada como um problema pessoal. Sentirá então algo muito mais poderoso do que todas aquelas outras coisas que você observa, uma presença serena e observadora por trás do conteúdo da sua mente: o observador silencioso.

Uma presença intensa se faz necessária quando certas situações provocam uma reação de grande carga emocional, como, por exemplo, no momento em que acontece uma ameaça à nossa auto-imagem, um desafio na vida que nos causa medo, quando as coisas “vão mal” ou quando um complexo emocional do passado vem à tona. Nessas situações, tendemos a nos tornar “inconscientes” .

A reação ou a emoção nos domina, “passamos a ser” ela. Passamos a agir como ela. Arranjamos uma justificativa, erramos, agredimos, defendemos.. . só que não somos nós e sim uma reação padronizada, a mente em seu modo habitual de sobrevivência.

Identificar- se com a mente dá a ela mais energia, enquanto observar a mente retira a sua energia. Identificar- se com a mente gera mais tempo, enquanto observar a mente revela a dimensão do infinito. A energia retirada da mente se transforma em presença.

No momento em que conseguimos sentir o que significa estar presente, fica muito mais fácil escolher simplesmente escapar da dimensão do tempo e entrar mais profundamente no Agora. Isso não prejudica nossa capacidade de usar o tempo – passado ou futuro – quando precisamos nos referir a ele em termos práticos. Nem prejudica nossa capacidade de usar a mente. Na verdade, estar presente aumenta nossa capacidade. Quando você usar a mente de verdade, ela estará mais alerta, mais focalizada.

Abandonando o tempo psicológico

Aprenda a usar o tempo nos aspectos práticos da sua vida – podemos chamar de “tempo do relógio” –, mas retorne imediatamente para perceber o momento presente, tão logo esses assuntos práticos tenham sido resolvidos. Assim, não haverá acúmulo do “tempo psicológico”, que é a identificação com o passado e a projeção compulsiva e contínua no futuro.

O tempo do relógio não diz respeito apenas a marcar um compromisso ou programar uma viagem. Inclui aprender com o passado, para não repetir os mesmos erros indefinidamente. Estabelecer objetivos e trabalhar para alcançá-los. Predizer o futuro através de padrões e leis, que podem ser físicas, matemáticas, etc. Aprender com o passado e adotar as ações apropriadas com base em nossos prognósticos.

Mas, mesmo aqui, no âmbito da vida prática, onde não podemos agir sem uma referência ao passado ou ao futuro, o momento presente permanece como um fator essencial, porque qualquer ação do passado é relevante e se aplica ao agora. E planejar ou trabalhar para atingir um determinado objetivo é feito agora.

O principal foco de atenção das pessoas iluminadas é sempre o Agora, embora elas tenham uma noção relativa do tempo. Em outras palavras, continuam a usar o tempo do relógio, mas estão livres do tempo psicológico.

Esteja alerta quando praticar isso, para que você, sem querer, não transforme o tempo do relógio em tempo psicológico. Por exemplo, se você cometeu um erro no passado e só agora aprendeu com ele, está utilizando o tempo do relógio. Por outro lado, se você considerar isso mentalmente e daí resultar uma autocrítica, um sentimento de remorso ou de culpa, então você está transformando o erro em “meu”.

Ele passou a ser uma parte do seu sentido de eu interior e se transformou em tempo psicológico, que está sempre relacionado a um falso sentido de identidade. A dificuldade em perdoar envolve, necessariamente, uma pesada carga de tempo psicológico.

Se estabelecemos um objetivo e trabalhamos para alcançá-lo, estamos empregando o tempo do relógio. Sabemos bem aonde queremos chegar, mas respeitamos e damos atenção total ao passo que estamos tomando neste momento.

Se insistimos demais nesse objetivo, talvez porque estejamos em busca de felicidade, satisfação ou de um sentido mais completo do eu interior, deixamos de respeitar o Agora. E ele é reduzido a um mero degrau para o futuro, sem nenhum valor intrínseco.

O tempo do relógio se transforma então em tempo psicológico. Nossa jornada deixa de ser uma aventura e passa a ser encarada como uma necessidade obsessiva de chegar, de possuir, de “conseguir”. Aí, não somos mais capazes de ver nem de sentir as flores pelo caminho, nem de perceber a beleza e o milagre da vida que se revela em tudo ao redor, como acontece quando estamos presentes no Agora.

Consigo ver a importância suprema do Agora, mas não posso concordar quando você diz que o tempo é uma completa ilusão.

Quando afirmo que “o tempo é uma ilusão”, não tenho intenção de fazer nenhuma afirmação filosófica. Estou apenas chamando a atenção para um fato simples, algo tão óbvio que você pode achar difícil de entender e até mesmo considerar sem sentido. Mas perceber isso será como cortar com uma espada todas as camadas de “problemas” criadas pela mente. Repito que o momento presente é tudo o que temos. Nunca há um tempo em que a nossa vida não é “este momento”. Não é verdade?

A insanidade do tempo psicológico

Não teremos qualquer dúvida de que o tempo psicológico é uma doença mental se olharmos para as suas manifestações coletivas. Elas ocorrem, por exemplo, na forma de ideologias como o comunismo, o nacional-socialismo ou qualquer nacionalismo, ou de sistemas rígidos de crenças religiosas, que atuam na suposição implícita de que o bem maior repousa no futuro e que, portanto, o fim justifica os meios.

O fim é uma idéia, um ponto na mente projetado no futuro, quando a salvação, sob a forma de felicidade, satisfação, igualdade, libertação, etc., será alcançada. Muitas vezes, os meios para atingir o fim são a escravidão, a tortura e o assassinato de pessoas no presente.

Por exemplo, estima-se que cerca de cinqüenta milhões de pessoas foram assassinadas para promover a causa do comunismo e levar a um “mundo melhor” na Rússia, na China e em outros países ! Esse é um exemplo terrível de como uma crença em um paraíso no futuro cria um inferno no presente. Resta alguma dúvida de que o tempo psicológico é uma doença mental séria e perigosa?

De que forma esse padrão mental opera em sua vida?

Você está sempre tentando chegar a algum lugar além daquele onde você está?

A maior parte do que você faz é apenas um meio para alcançar um determinado fim?

A satisfação está sempre em outro lugar ou restrita a breves prazeres como sexo, comida, bebida e drogas, ou relacionada a uma emoção ou excitação?

Você está sempre pensando em vir a ser, adquirir, alcançar ou, em vez disso, está à caça de novas emoções e prazeres?

Você acha que, quanto mais bens adquirir, uma pessoa se sentirá melhor ou psicologicamente completa?

Está à espera de um homem ou de uma mulher que dê um sentido à sua vida?

No estado normal de consciência, o poder e o infinito potencial criativo do Agora estão completamente encobertos pelo tempo psicológico. Nossa vida perde a vibração, o frescor, o sentido de encantamento. Os velhos padrões de pensamento, emoção, comportamento, reação e desejo são encenados repetidas vezes, como um roteiro dentro da nossa mente que nos dá uma identidade, mas distorce ou encobre a realidade do Agora. A mente, então, desenvolve uma obsessão pelo futuro, buscando fugir de um presente insatisfatório.

A negatividade e o sofrimento têm raízes no tempo

Mas acreditar que o futuro será melhor do que o presente nem sempre é uma ilusão. O presente pode ser terrível e as coisas podem melhorar no futuro, e muitas vezes melhoram.

O futuro, geralmente, é uma réplica do passado. É possível haver mudanças superficiais, mas as transformações reais são raras e dependem da possibilidade de estarmos presentes para dissolver o passado, acessando o poder do Agora.

O que percebemos como futuro é uma parte intrínseca do nosso estado de consciência do momento. Se a nossa mente carrega um grande fardo do passado, vamos sentir isso. O passado se perpetua pela falta de presença. O que dá forma ao futuro é a qualidade da nossa percepção do momento presente, e o futuro, é claro, só pode ser vivenciado como presente.

Podemos ganhar 10 milhões de reais, mas esse tipo de mudança é apenas superficial. Vamos simplesmente continuar a representar os mesmos padrões condicionados, em ambientes mais luxuosos.

Os seres humanos aprenderam a dividir o átomo. Em vez de matar dez ou vinte pessoas com um porrete de madeira, uma pessoa agora pode matar um milhão delas com um simples apertar de um botão. Será que isso é uma mudança real?

Se é a qualidade da nossa percepção neste momento que determina o futuro, então o que é que determina a qualidade da nossa consciência? O nosso grau de presença. Portanto, o único lugar onde pode ocorrer uma mudança verdadeira e onde o passado pode se dissolver é no Agora.

Toda a negatividade é causada pelo acúmulo de tempo psicológico e pela negação do presente. O desconforto, a ansiedade, a tensão, o estresse, a preocupação, todas essas formas de medo são causadas por excesso de futuro e pouca presença. A culpa, o arrependimento, o ressentimento, a injustiça, a tristeza, a amargura, todas as formas de incapacidade de perdão são causadas por excesso do passado e pouca presença.

Muitos acham difícil acreditar na possibilidade de existir um estado de consciência absolutamente livre de toda a negatividade. E até o momento, esse é o estado de liberdade para o qual apontam todos os ensinamentos espirituais. É a promessa da salvação, não em um futuro ilusório, mas bem aqui e agora.

Talvez seja difícil reconhecer que o tempo é a causa do nosso sofrimento ou de nossos problemas. Acreditamos que eles são causados por situações específicas em nossas vidas, e, de um ponto de vista convencional, isso é uma verdade. Mas enquanto não lidarmos com a disfunção básica da mente – o apego ao passado e ao futuro e a negação do presente –, os problemas apenas mudam de figura.

Se todos os nossos problemas, ou causas identificadas de sofrimento ou infelicidade, fossem milagrosamente solucionados no dia de hoje, sem que nos tornássemos mais presentes e mais conscientes, logo nos veríamos com um outro conjunto de problemas ou causas de sofrimento semelhantes, como uma sombra que nos seguisse aonde quer que fôssemos. Em última análise, o único problema é a própria mente limitada pelo tempo.

Não posso acreditar que algum dia venha a alcançar um ponto onde eu esteja completamente livre de problemas. Você tem razão. Você nunca poderá alcançar esse ponto porque você está nesse ponto agora.

Não há salvação dentro do tempo. Você não pode se libertar no futuro. A presença é a chave para a liberdade. Portanto, você só pode ser livre agora.

Descobrindo a vida por baixo da situação de vida

Não vejo como ser livre agora. Estou extremamente infeliz com a minha vida neste momento. Isso é um fato, e eu estaria me iludindo se tentasse me convencer de que tudo está bem, quando não está. Para mim, o presente é triste e nada libertador. O que me faz prosseguir é a esperança de um futuro melhor.

Você pensa que a sua atenção está no momento presente quando, na verdade, está totalmente envolvida pelo tempo. Você não pode estar infeliz e completamente presente no Agora, ao mesmo tempo.

Aquilo a que nos referimos como vida deveria ser chamado, mais precisamente, de “situação de vida”. É o tempo psicológico, passado e futuro. Certas coisas do passado não seguiram o caminho que queríamos. Ainda resistimos ao que aconteceu no passado e agora estamos resistindo ao que é. A esperança nos leva a prosseguir, mas a esperança nos mantém focalizados no futuro, e esse foco contínuo perpetua a negação do Agora e, portanto, a nossa infelicidade.

É verdade que a situação atual da minha vida é o resultado de coisas que aconteceram no passado, mas ainda assim é a minha situação atual e estar preso a ela é o que me faz infeliz.

Esqueça a situação da sua vida por um instante e preste atenção à sua vida.

Qual é a diferença?

A nossa situação de vida existe no tempo. Nossa vida é agora.
Nossa situação de vida é coisa da mente. Nossa vida é real.

Encontre o “portão estreito que conduz à vida”. Ele é chamado de Agora. Restrinja a sua vida a este exato momento. Sua situação de vida pode estar cheia de problemas – a maioria das situações de vida está –, mas verifique se você tem algum problema neste exato momento. Não amanhã ou dentro de dez minutos, mas já. Você tem um problema agora?

Quando estamos cheios de problemas, não há espaço para nada novo entrar, nenhum espaço para uma solução. Portanto, sempre que você puder, crie algum espaço de modo a encontrar a vida sob a sua situação de vida.

Utilize os seus sentidos plenamente. Esteja onde você está. Olhe em volta. Apenas olhe, não interprete. Veja as luzes, as formas, as cores, as texturas.

Esteja consciente da presença silenciosa de cada objeto. Esteja consciente do espaço que permite cada coisa existir. Ouça os sons, não os julgue. Ouça o silêncio por trás dos sons. Toque alguma coisa, qualquer coisa. Sinta e reconheça o Ser dentro dela.

Observe o ritmo da sua respiração. Sinta o ar fluindo para dentro e para fora. Sinta a energia vital dentro do seu corpo. Permita que as coisas aconteçam, no interior e no exterior. Deixe que todas as coisas “sejam”. Mova-se profundamente para dentro do Agora.

Você está deixando para trás o agonizante mundo da abstração mental e do tempo. Está se libertando da mente doentia que suga a sua energia vital, do mesmo modo que, lentamente, ela está envenenando e destruindo a Terra. Você está acordando do sonho do tempo e entrando no presente.

Todos os problemas são ilusões da mente

É como se um grande peso tivesse sido tirado dos meus ombros. Sinto-me leve... mas os problemas ainda estão lá me esperando, não estão? Ainda não foram resolvidos. Será que não os estou evitando apenas temporariamente?

Se você estivesse no paraíso, sua mente não demoraria a encontrar algum problema. Não se trata, basicamente, de solucionar seus problemas. Trata-se de perceber que não existem problemas. Apenas situações com que temos de lidar agora ou deixar de lado e aceitar como uma parte do “ser” neste momento, até que se transformem ou possam ser negociadas.

Os problemas são criados pela mente e precisam de tempo para sobreviver. Eles não conseguem sobreviver na atualidade do agora. Focalize sua atenção no Agora e verifique quais são os seus problemas neste exato momento.

Não estou obtendo uma resposta porque é impossível termos problemas quando toda a nossa atenção está inteira no Agora. Pode ser que haja uma ou outra situação que você precise resolver ou aceitar. Por que transformar isso em problema? Por que transformar tudo em problema? A vida já não é bastante desafiadora do jeito que é? Para que precisamos de problemas?

A mente, inconscientemente, adora problemas porque eles podem ser de vários tipos. Isso é normal e doentio. A palavra “problema” significa que estamos lidando mentalmente com uma situação, sem que exista um propósito real ou uma possibilidade de agir no momento, e também que estamos inconscientemente fazendo dele uma parte do nosso sentido de eu interior.

Ficamos tão sobrecarregados pela nossa situação de vida que perdemos o sentido da vida, ou do Ser. Ou então vamos carregando na mente o peso insano de uma centena de coisas que iremos fazer ou poderemos ter de fazer no futuro, em vez de focalizarmos a atenção sobre uma coisa que podemos fazer agora.

Quando criamos um problema, criamos sofrimento. Por isso, é preciso tomar uma decisão simples: não importa o que aconteça, não vou criar mais sofrimento nem problemas para mim. É uma escolha simples, mas radical. Ninguém faz uma escolha dessas a menos que esteja verdadeiramente sufocado pelo sofrimento.

E não se consegue levar esse tipo de decisão adiante a não ser acessando o poder do Agora. Se não criar mais sofrimento para si mesmo, você não criará também para os outros. Deixará, assim, de contaminar nosso lindo planeta, seu próprio espaço interior e a psique humana coletiva com a negatividade da criação de problemas.

Se você alguma vez esteve numa situação de emergência, de vida ou morte, saberá que isso não foi um problema. A mente não teve tempo para se distrair e transformar a situação em problema. Numa emergência de verdade, a mente pára.

Ficamos absolutamente presentes no Agora, e algo infinitamente mais poderoso passa a dominar. Essa é a razão pela qual existem inúmeros relatos de pessoas comuns que, de uma hora para outra, tornaram-se capazes de façanhas incrivelmente corajosas. Numa situação de emergência, ou você sobrevive ou morre. Em qualquer dos casos, não é um problema.

Algumas pessoas ficam furiosas quando me ouvem dizer que os problemas são ilusões. É que estou ameaçando afastar delas a imagem que têm de si próprias. Elas investiram muito tempo num falso sentido de eu interior. Durante muitos anos, definiram inconscientemente suas identidades de acordo com os problemas que tiveram. Quem seriam sem eles?

Uma grande porção do que as pessoas dizem, pensam ou fazem é, na verdade, motivada pelo medo, que está sempre ligado com o foco no futuro e com o estar fora de contato com o Agora. Se não existirem problemas no Agora, não existirá o medo.

Caso apareça uma situação com a qual você precise lidar agora, a sua ação vai ser clara e objetiva, se conseguir perceber o momento presente. Tem muito mais chances de dar certo. Não será uma reação vinda do condicionamento da sua mente no passado, mas sim uma resposta intuitiva à situação. Em situações em que a mente teria reagido, você vai achar mais eficaz não fazer nada. Fique só centrado no Agora.

Um salto quântico na evolução da consciência

Tive breves lampejos desse estado de liberdade da mente e do tempo que você descreveu, mas o passado e o futuro são tão fortes que não consigo mantê-los afastados por muito tempo.

O modelo da consciência condicionada pelo tempo está profundamente enraizado na psique humana. Mas o que estamos fazendo aqui é parte de uma profunda mudança que está se formando na consciência coletiva do planeta e ainda mais: o despertar da consciência dissociada do sonho da matéria, da forma e da separação. O fim do tempo. Estamos rompendo com padrões mentais que dominaram a vida humana por eras. Padrões mentais que criaram um sofrimento inimaginável, em larga escala. Não estou empregando a palavra demônio. É mais útil chamar de inconsciência ou insanidade.

Essa ruptura com o antigo modelo de consciência, ou melhor, inconsciência, é algo que temos de fazer ou vai acontecer de qualquer maneira? Em outras palavras, essa mudança é inevitável?

É uma questão de perspectiva. O fazer e o acontecer são, na verdade, um processo único. Como somos únicos e formamos um todo com a consciência, não podemos separar os dois. Mas não há uma garantia absoluta de que os seres humanos vão conseguir. O processo não é inevitável nem automático. Nossa cooperação é uma parte essencial do processo. Independentemente de como você o veja, trata-se de um importante salto na evolução da consciência, assim como a nossa única chance de sobreviver como raça.

A alegria do ser

Para demonstrar como você se deixou dominar pelo tempo psicológico, experimente usar o critério de se perguntar se existe alegria, naturalidade e leveza no que você está fazendo.

Se não existir, é porque o tempo está encobrindo o momento presente e a vida está sendo percebida como um encargo ou uma luta.

A ausência de alegria, naturalidade ou leveza no que estamos fazendo não significa, necessariamente, que precisemos mudar o que estamos fazendo. Talvez baste mudarmos o como. “Como” é sempre mais importante do que “o que”.

Verifique se você pode dar muito mais atenção ao fazer do que ao resultado desejado através do fazer. Dê a sua inteira atenção para o que quer que o momento apresente. Isso implica que você aceitou totalmente o que é, porque não se pode dar atenção completa a alguma coisa e, ao mesmo tempo, resistir a ela.

Ao respeitarmos o momento presente, toda a luta e a infelicidade se dissolvem e a vida começa a fluir com alegria e naturalidade. Ao agirmos com a consciência do momento presente, tudo o que fizermos virá com um sentido de qualidade, cuidado e amor, mesmo a mais simples ação.

Portanto, não se preocupe com o resultado da sua ação, basta dar atenção à ação em si. O resultado surgirá espontaneamente. Essa é uma valiosa prática espiritual. No Bhagavad Gita, um dos mais antigos e mais belos ensinamentos espirituais que existem, o desapego ao resultado da ação é chamado Karma Yoga. É descrito como o caminho da “ação santificada”.

Ao fim dessa luta compulsiva contra o Agora, a alegria do Ser passa a fluir em tudo o que fazemos. No momento em que a nossa atenção se volta para o Agora, percebemos uma presença, uma serenidade, uma paz.

Não dependemos mais do futuro para obtermos plenitude e satisfação, não o olhamos mais como salvação. Conseqüentemente, não estamos mais presos aos resultados. Nem o fracasso, nem o sucesso têm o poder de alterar o estado interior do Ser. Você acabou de encontrar a vida sob a situação de vida.

Na ausência do tempo psicológico, o nosso sentido do eu interior provém do Ser, não do nosso passado pessoal. Assim, desaparece a necessidade psicológica de nos tornarmos uma outra pessoa diferente de quem já somos. No mundo, levando em conta a situação de vida, podemos nos tornar ricos, conhecidos, bem-sucedidos, livres disso ou daquilo, mas, na dimensão mais profunda do Ser, estamos completos e inteiros agora.

Nesse estado de plenitude, ainda teríamos capacidade ou vontade de alcançar os objetivos externos?

Claro que sim, mas sem as expectativas ilusórias de que uma coisa ou alguém no futuro irá nos salvar ou nos fazer felizes.

No que diz respeito à situação de vida, podem existir coisas a ser alcançadas ou adquiridas. Vivemos no mundo da forma, dos lucros e perdas. Mas, em um nível mais profundo, já estamos completos, e quando percebemos isso, tudo o que fizermos será impulsionado por uma energia alegre e jovial.

Estando livre do tempo psicológico, não perseguimos mais os objetivos com uma determinação implacável, movida pelo medo, pela raiva, pelo descontentamento ou pela necessidade de nos tornarmos alguém. Nem permanecemos imóveis com medo de falhar.

Quando o nosso sentido profundo do eu interior é derivado do Ser, quando nos livramos do “tornar-se” como uma necessidade psicológica, nem a nossa felicidade nem o nosso sentido do eu interior dependem do resultado e, assim, nos libertamos do medo.

Não buscamos permanência onde ela não pode ser encontrada, ou seja, no mundo da forma, dos lucros e perdas, do nascimento e da morte. Nem esperamos que situações, condições, lugares ou pessoas nos tragam felicidade, só para depois nos causarem sofrimento, quando nossas expectativas não forem correspondidas.

Tudo inspira respeito, mas nada importa. As formas nascem e morrem, ainda que estejamos conscientes de uma eternidade subjacente às formas.

Sabemos que “nada de verdade pode ser ameaçado”. Quando este é o seu estado de Ser, como é possível não alcançar o sucesso? Você já o alcançou.

Você está aqui para possibilitar que o propósito divino do universo se revele.
Veja como você é importante!

do livro - O PODER DO AGORA

UM GUIA PARA A ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL

Eckhart Tolle


Indice:

publicado por danuia às 15:01
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Ginseng (Panax Ginseng)

 

 

 

 

 

Descrição:

Ginseng é um gênero de plantas que compreende 11 espécies, dentre as quais, as mais estudadas, documentadas e comercializadas como planta medicinal são a Panax Ginseng, conhecido como Ginseng asiático e Panax quinquefolius, espécie cultivada nos Estados Unidos. Trata-se de uma planta de pequeno porte, geralmente 30 a 50 cm de altura, com 3 ramificações, cada uma contendo 5 folhas. Seu fruto é pequeno, de coloração vermelha, lembrando uma amora. Porém, para uso terapêutico, a parte do Ginseng mais utilizada e valiosa é seu rizoma/raíz. 

 

Indicações:

O Ginseng vem sendo utilizado na Ásia como planta medicinal e na culinária local por milhares de anos, principalmente na China e na Coréia. Na medicina popular, o Ginseng é indicado para combater stress, cansaço e fadiga, melhorar a vitalidade física, imunidade, concentração, memória e capacidade mental. Outro uso bastante popular do Ginseng é para tratar problemas de ereção em homens. Alguns estudos indicam que o Ginseng pode trazer benefícios como auxiliar no tratamento da diabetes tipo II.

Autor: http://www.fitoterapicos.info/



publicado por danuia às 15:00
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